Ao apagar das luzes ocasionada por um apagão,
através dos clarões gerados pelos raios
de um temporal que desaba neste momento,
vislumbrei uma silhueta. Pensei:
Trata-se de uma assombração? Que horror!
Era uma mulher.
Alguém já disse:
“Há sempre um chinelo velho para um pé doente”.
E o poeta também:
“As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”.
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Fico grato antecipadamente pela sua atenção e vamos lá.